É possível revender passagens aéreas?

É possível revender passagens aéreas?

Muitas pessoas planejam uma viagem com bastante antecedência, se preparam, compram as passagens com tempo de sobra, mas, então, chega o grande dia, e por algum imprevisto ,não podem viajar. Quando isso acontece, geralmente o turista acaba ficando perdido, sem saber muito bem o que fazer.

Uma das primeiras alternativas que vem a mente do cliente é a revenda da passagem. No entanto, as pessoas que compraram bilhetes aéreos e gostariam de revender devem saber que a Agência Nacional de Aviação Civil, a ANAC, não permite esse tipo de transação.

A resolução de número 138 de 2010 da Anac estabelece que o bilhete aéreo é pessoal e intransferível, portanto, não há possibilidade de revender a passagem aérea. Segundo a Agência, as companhias aéreas brasileiras não permitem a revenda de passagens aéreas para terceiros por questões de segurança.

De acordo com a Anac, traficantes de drogas e de animais silvestres são monitorados pela Polícia Federal e não gostam de aparecer em listas de passageiros. Deixar que seja feita troca de nome de passageiros seria uma forma de camuflar a identidade de traficantes até a última hora do voo.

Apesar disso, o cliente pode alterar a data de embarque do bilhete, mas com antecedência. Para fazer qualquer alteração, o passageiro deve entrar em contato com a companhia aérea responsável pelo voo ou com a gente, da eDestinos.com.br, caso sua passagem aérea tenha sido comprada pelo nosso site. O turista deve ficar atento, já que cada linha áerea tem sua própria política com relação a alterações do bilhete.

Além de não conseguir embarcar na viagem dos sonhos, o cliente acaba perdendo bastante dinheiro quando desiste na última hora, já que qualquer alteração no bilhete é cobrada pelas companhias aéreas. De acordo com uma pesquisa realizada pela BBC Travel, cerca de 7 bilhões de dólares são desperdiçados por ano em passagens aéreas não usadas.

O passageiro deve ficar de olho para não ficar preso em um overbooking, que acontece quando a venda ou reserva de bilhetes ou passagens aéreas fica acima do número de lugares realmente disponíveis no veículo ou lugar. A Anac ainda informa que o prazo de validade da passagem é de um ano, a contar da data de sua emissão. 


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